Resenha: Se eu ficar

Se eu ficar é um livro extremamente fino, porém, o oposto do que poderia prever, demorei em média uns três meses para lê-lo ou mais. Não tinha vontade de ler e, toda vez que o pegava para continuar, preferia dormir ou até mesmo ler bula de remédio. Alguns dizem que entre o leitor e o livro precisa rolar uma química. Comigo não rolou química, física e nem matemática; nada além de frustração e desânimo.

Enquanto me forçava a continuar a leitura durante esses três meses de sufoco, notei muitos blogs elogiando esse livro e eu pensava: “o problema está em mim, lógico”. Então decidi que terminaria, não importando o tempo necessário para isso. Conclusão: deveria ter ouvido meu subconsciente.

A história começa emocionante demais. O tempo está completamente fechado nos Estados Unidos, mas mesmo assim a família de Mia decide dar um passeio. O que tinha para ser apenas uma garantia de distração acaba se tornando uma grande tragédia. O excesso de neve provoca um acidente: o carro choca-se com um caminhão e fica todo destruído.

Resenha: Renovo - o poder de se reinventar



Há quem pense que este livro se trata de apenas autoajuda; há quem discorde e o considere como uma dura realidade que enfrentamos e que precisamos refletir para mudar. Encontro-me no segundo tipo. Geralmente, as pessoas têm um certo preconceito com livros nessa linha. Aliás, com o que as pessoas não são preconceituosas? De fato, é difícil identificar um, ou melhor, diria que é impossível.

Renovo não é um livro comum, tampouco uma obra gigante que te deixa com sono. Mesmo em poucas páginas, o autor nos toca de maneira profunda e nos mostra como as pessoas são tão mesquinhas e egocêntricas. Ele nos faz entender a necessidade que temos em renovar, pois ele nos mostra que temos a possibilidade de fazer melhor, de transformar e mudar.


Resenha: O álbum



Existem, em regra, dois tipos de livros: os que amamos e os que detestamos. Existem aqueles que sabemos para que serve e aqueles que usamos apenas para ocupar o espaço daquele desejado que ainda não chegou. Não sei dizer se sou muito crítica ou se os livros com muito clichês têm passado dos limites na falta de criatividade. Ouso dizer que são os dois. Porém, embora o livro seja dotado de pontos negativos, existe um que não posso me limitar a dizer: a lição que ele nos passa.

O álbum é uma obra que qualquer pessoa poderia viver sem ler e viveria tranquilamente feliz. No entanto, ao lê-la você percebe que pode absorver lições que levarão para o resto da vida. Embora seja um livro clichê e cheios de momentos que cansam a leitura, a obra tem o dever de nos passar a necessidade de evitar a rotina num relacionamento.

Resenha: As vidas e as mortes de Frankenstein



A autora aborda em sua obra sobre a manipulação da vida pela ciência, um dos temas considerados mais polêmicos na atualidade. O que antes era considerado apenas como uma utopia, hoje é possível sentir as possibilidades através de buscas incessantes nos principais centros de pesquisas mais avançados do mundo. O motivo? Escapar da morte e viver para sempre.

O tema é polêmico porque alguns consideram que isso é um meio de brincar de ser Deus, uma maneira de predominar a vontade própria. Se você soubesse que existe essa possibilidade, o que faria? Buscaria um meio de prolongar sua vida de forma saudável, ou até mesmo de nunca morrer, ou preferiria que tudo fosse conforme Deus quer ou mediante quem você acredita ter poder sobre você? Aliás, você acredita que existe um poder que está além de sua vontade?


Resenha: O ratinho do violão




Se tem uma coisa que muitos de nós já sofremos é o tão temido bullying. Já fui vítima na época da escola; os alunos zombavam de mim porque era vista como uma das melhores alunas do colégio. Confesso que não gostava desse título que os professores me davam justamente porque queria me enturmar com os colegas e sabia que, se tivesse um, não poderia ter o outro. Então, preferia ter “amigos” a ter o título de mais inteligente da escola. Acontece que nem tudo é como a gente quer, então ficava excluída, sem muitas opções. Porém, sempre tinha um nerd na sala com quem eu sabia que podia contar; além de ter os professores para poder desabafar, coisa que não gostava de fazer.

Esse tema é complicado de ser abordado e sempre muito polêmico. Quando vi que esse livro falaria disso, não perdi tempo e solicitei com a Geração. A capa foi uma das coisas que mais me chamou a atenção; em seguida, parti para a sinopse que me atraiu completamente.

Resenha: Inteligência em concursos



Se você está imaginando que este livro é um manual de instruções que já vem com sua aprovação como brinde, você está enganado. O livro é uma excelente ferramenta para te ensinar a se preparar para concursos. Porém, o esforço e dedicação, obviamente, dependem de você. Pier nos dá grandes lições e dicas de como aproveitar melhor o tempo de estudo.

Ele explica que não é porque você estuda 10h por dia que sua aprovação é garantida. De nada adianta você estudar muito tempo e não saber absorver cada conteúdo, não saber fazer o seu tempo render. É preferível que você estude 2h, mas que coloque em prática as dicas que o autor ensina.