Resenha: Assassinato na Torre Eiffel


Assassinato na Torre Eiffel é o quarto livro que leio da editora Vestígio e, a cada livro lido, a minha vontade só aumenta em continuar a leitura por essa fascinante coleção. Essa trama é um pouco diferente por não termos um detetive profissional. Somos apresentados ao personagem Victor Legris, um livreiro de Saints-Pères que atuará como detetive.

O protagonista fica totalmente inconformado com a maneira como as mortes acontecem e resolve investigar os casos. Porém, ele não sabe que essa investigação pode colocar em xeque a sua liberdade, sua dignidade e o mais importante: sua vida.


Lançamentos Editora Sextante


Olá, leitores. Hoje trago para vocês os lançamentos da Editora Sextante. Não se esqueçam de avisar quais vocês mais gostaram. Vamos à lista?

A história secreta da criatividade
“Ao desvendar os mistérios da invenção, Kevin Ashton mostra que a criatividade é mais o resultado de pequenos passos do que de saltos extraordinários. Com histórias fascinantes, estudos desafiadores e texto brilhante, este livro é imperdível.” – Adam Grant, autor de Dar e receber

Quando pensamos nos grandes inventores e gênios criativos, muitas vezes temos a impressão de que seus feitos são resultado de um momento de inspiração. Imaginamos que Mozart ouvia suas composições inteiras na mente antes de escrevê-las, que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade durante uma conversa informal e que Kandinsky pintava suas obras numa única tarde.

Mas, na verdade, a criação está longe de depender da sorte, da simples inspiração ou de algum dom especial.


Resenha: Pai rico, pai pobre



Pai rico, pai pobre, de Robert Kiyosaki, com colaboração de Sarah L. Lechter, não é nenhum lançamento, inclusive já atingiu a maioridade, mas inegável estar-se falando de um sucesso mundial, com mais de 9 milhões de exemplares vendidos pelo mundo.

Nele, Robert Kiyosaki, um bem-sucedido investidor, que pode se dar ao luxo de aposentar-se aos 47 anos, traça um paralelo entre as duas formas de pensar que calcaram seu sucesso: a do seu pai rico, um empreendedor, dono de muitos negócios, e a de seu pai pobre, um professor extremamente qualificado que foi diretor de ensino do Havaí. O primeiro, na verdade, não era seu pai biológico, era o genitor de seu amigo Mike, com o qual começou a instruir-se financeiramente.


Resenha: A garota do calendário (Março e Abril)

A garota do calendário está de volta, e hoje teremos mais uma resenha dupla desta série. Falarei dos livros de Março e Abril, mas se você quiser conferir as resenhas dos anteriores, Janeiro e Fevereiro, é só clicar aqui

O cliente de março se chama Anthony, é um ex-boxeador italiano, de uma família tradicional de Chicago. Ele a contratou porque sua mãe o está pressionando para que apresente uma namorada, para que se case, para que tenha filhos e dê continuidade ao nome da família. Mia é requisitada justamente para interpretar essa futura noiva, diante da família de Anthony e da mãe casamenteira. Eles têm trinta dias para vender para essa família a imagem de que um casamento com uma mulher se aproxima.

Resenha: Noite sobre as águas


Este é o primeiro livro que li de Ken Follett. O autor é considerado um dos mestres do suspense. A propaganda contida na contracapa nos relata que ele arrasta o leitor para um redemoinho de intriga e romance. Fica até difícil não querer ler com uma sinopse tão chamativa e uma indicação tão promissora.

Iniciei a leitura sem esperar tanto do autor e da história. Quis ir devagar para não me decepcionar com tanta expectativa. E posso afirmar que isso não aconteceu. Follett não decepciona de forma alguma, mas também não foi aquela leitura surpreendente em todos os momentos. Senti-me presa do início ao fim e aquele final foi surpreendente num pequeno detalhe. Os outros foram normais até demais. No entanto, esse único fator foi o suficiente para predominar e me fazer querer ler outro livro dele.