Resenha: King of Thorns


Fala, galera, lembra do Jorg, aquele garoto, sem coração, malvado, que mata qualquer um sem escrúpulos apenas para conseguir o que quer? Pois bem, ele vai casar. =O

Sim, isso mesmo, ele vai casar e é assim que se inicia o segundo livro da Trilogia dos Espinhos. Inclusive o livro se passa todo em um único dia, que é justamente o dia do casamento de Jorg (agora com seus 18 anos) com a pequena Miana, a filha de um lorde que, apesar de ser muito nova, de besta não tem nada.

Resenha: Nada consta



Absolutamente abandonado. As fraldas indicam, com o choro incessante, que é um bebê. Pessoas passam e encontram aquela criança na porta de um bar. Aqueles corações, moles, sentem dó do pequeno; se perguntam o motivo de tamanha atrocidade. Ninguém entende, eles não sabem explicar, mas apenas observam que há uma vida ali, no meio daquele nada, junto com a solidão.

É com essa reflexão que inicio esta resenha. Quantas crianças são largadas pelos pais? Quantos pequenos são abandonados, sem sequer ter o poder de escolha, o poder de demonstrar a sua vontade e de clamar por ajuda? Danilo foi um desses garotinhos. Um menino lindo, saudável, mas que foi largado por pessoas que eram consideradas seus pais. Até que ponto somos capazes de chamá-los dessa forma? Afinal, entende o Supremo Tribunal Federal que pai é quem cria, pai é aquele que possui um laço afetivo, independentemente do sanguíneo. Então, volto para consertar a expressão: Danilo foi um desses garotinhos abandonado pelas pessoas que o colocaram no mundo.

Resenha: ‘Salem


“Ben Mears havia jurado nunca mais pôr os pés em Jerusalem’s Lot. A cidadezinha da Nova Inglaterra onde ele passou quatro anos de sua infância foi palco de horrores que ainda lhe tiram o sono.

No verão em que Ben, finalmente preparado para exorcizar seus próprios demônios, decide voltar a ‘Salem’s Lot – como a cidade é conhecida por seus habitantes -, descobre que o mal que ele pensava estar sepultado ainda vive, e precisa ser destruído.
Junto com Ben, chega à cidade um enigmático forasteiro, trazendo consigo um segredo antigo e maligno que mudará para sempre a vida de todos em seu caminho.”

Resenha: Gelo negro


Olá, amigos,
O post de hoje talvez não seja tão agradável assim, pois vim para falar de um livro que não me agradou, e de algumas tendências que tenho percebido nos livros há alguns anos: a tendência em fragilizar as mocinhas, a tendência de sensualizar algumas situações, a tendência de morder o lábio... Quer dizer, jura que essa história ainda vende?


Resenha: Relíquias


O que falar dessa mulher que mal conheço, mas já considero pacas?
Brincadeira... mas, vamos pontuar umas coisas: 1) eu não conhecia essa autora até agora; 2) só adquiri o livro porque Stephen King indicou. Porém, SK gosta de Harry Potter, então não levem tão a sério o que ele indica por aí. Mas a indicação da Tess até que vale.

A história de Relíquias começa com um grupo de diferentes profissionais prontos para fazer exames de radiografia em uma múmia recém-encontrada. Seria tudo muito lindo se eles não encontrassem nas radiografias um dente obturado e uma bala calibre .22 na perna da múmia... que... tecnicamente... era para ter mais de 2000 anos. O que era para ser um dia de descobertas sensacionais se transforma em dia de descobertas de um caso de polícia!!