Resenha: Trilogia dos espinhos - Volume único


Logo ao iniciar o livro o seu primeiro pensamento é: “é uma obra medieval”, sim de fato é, tem reis, castelos, guerreiros, igreja e tudo mais que existe em gêneros do tipo. Porém, existe um diferencial, durante a leitura você começa a ver referências sobre Shakespeare e Nietzsche, sobre as grandes construções feitas pelos grandes construtores de antigamente e objetos muito familiares hoje em dia. Passamos a notar que o mundo de Prince of Thorns se passa não no passado, mas em um futuro pós apocalíptico e que, de alguma forma, fez a sociedade retroceder à era medieval.

Os personagens também são maravilhosos, com um destaque especial claro para Jorg. Um garoto com 13 anos, sem nenhum escrúpulo, capaz de matar alguém simplesmente porque não vai com a cara, mas ao mesmo tempo que sabe como conquistar seus irmãos de guerra. Um assassino impiedoso, que busca por vingança, desde quando viu sua mãe e seu irmão serem assassinados enquanto ele estava preso a um arbusto cheio de espinhos. Ele sabe como jogar o grande jogo e sabe o que tem que fazer para conseguir.

Resenha: Nós matamos o cão tinhoso!


Olá,
Recentemente tive meu primeiro contato com um autor moçambicano, Luís Bernardo Honwana. O autor, nascido em Maputo em 1942 (na época a cidade se chamava Lourenço Marques), escreveu vários contos que retratam o quadro econômico e social do país, com a colonização portuguesa. 

Aos 17 anos, estudou jornalismo e em 1964 se tornou um militante da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), onde o objetivo era libertar Moçambique de Portugal. Devido a isso, foi preso e ficou encarcerado por três anos pelas autoridades. Quando enfim conseguiram a libertação do país, ele virou funcionário do governo e presidente da Organização Nacional dos Jornalistas de Moçambique. Seu conto de maior sucesso foi Nós matamos o cão tinhoso!, publicado em 1964. Quando, em 1969, a obra foi publicada em inglês, obteve grande reconhecimento internacional.



Resenha: A última Era



Fala galera boa de sempre, como estão vocês, tudo tranquilo? Ótimo, pois estou aqui para trazer mais uma resenha para vocês. É do livro A Última Era, do autor Carlos Fleury, o mesmo que escreveu 1 dia sozinho na Mundo, que temos a resenha aqui (ótimo livro, recomendo a leitura). Este livro foi de parceria também entre o autor e o nosso blog =D.

Bom, tenho que ser sincero, não sei como começar a descrever esse livro. Mas não se enganem, não estou dizendo isso de uma forma ruim, pelo contrário, o livro é muito bom. É difícil descrever a história para vocês, ele contém vários elementos interessantes, como suspense, fantasia, um pouco de terror, medieval, criaturas sobrenaturais e por aí vai.


Resenha: Doces de cinema


“Isadora Becker começou a brincar com as panelas ajudando os adultos da família a preparar suas delícias. Com uma faca de plástico e disposição, aprendeu sabores e combinações que fervilham na sua cabeça. Abandonou a faculdade de Letras no segundo ano para cursar Gastronomia, mas nunca quis saber de restaurantes. A vocação de Isadora era para a comida mesmo – e para o cinema… Em 2013, surgiu a oportunidade de criar uma série para o Youtube voltada para os pratos vistos nas telas, surgiu então Comida de Cinema. Nela, Isadora não só se diverte assistindo aos filmes e pesquisando receitas como também se fantasia dos personagens, uma fórmula divertida tanto para a apresentadora como para o espectador”.

Isadora fez uma combinação perfeita: doces e cinema. Não sei vocês, mas quando vou ao cinema ou até mesmo quando estou em casa assistindo algum filme, alguma série, sempre me deparo com algum prato que fico com água na boca. A vontade é de comer, é claro, mas como, se não sei fazer? É aí que entra Becker nessa história.

Resenha: Vai lá e faz

“A verdadeira essência do empreendedorismo é a bondade.”
Eu poderia fazer essa resenha apenas com citações do livro e acho que não poderia fazer melhor do que isso. Poderia tirar fotos de páginas e mais páginas, o que seria considerado bem melhor também, afinal, vocês entenderiam bem o que o autor quer nos passar e eu não precisaria digitar nada do que eu penso a respeito, pois não seria necessário. O livro fala por si.

No entanto, nada disso seria suficiente para mostrar o quanto a obra nos faz acordar para muitas coisas. Além da resenha escrita, desses quotes em todo o trabalho e das imagens que tirei, nada comprova o quanto esse livro nos faz enxergar coisas que nem sempre estamos preparados e preocupados.