Olá, pessoal. Tudo bem? Hoje trago a resenha de um filme para você que está procurando algo leve para se distrair e relaxar. “Amor em Verona” tem uma proposta com as mesmas fórmulas de um filme clichê, mas tem seu diferencial: a história tem relação com Romeu e Julieta.
Julie (Kat Graham) tem um sonho: fazer uma viagem incrível para Verona. Ela prepara todo um roteiro para ir com seu namorado. Porém, seu mundo desmorona quando seu relacionamento chega ao fim. Mesmo assim, ela decide viajar e embarca nessa aventura, seguindo o cronograma.
O que ela não esperava é que seria obrigada a dividir a casa com um desconhecido, um britânico chamado Charlie Fletcher (Tom Hopper). Sim, essa parte parece muito com outros filmes que vemos por aí. No entanto, o lugar, meus amigos, é na Villa Romantica, lá está localizada a varanda onde Romeu e Julieta teriam trocado juras de amor; há também a estátua de Julieta e que muitos seguem a tradição de tocá-la para ter sorte; há ainda a parede rabiscada com corações e mensagens, na entrada/saída da casa dela. O pátio é lotado de turistas e os personagens ficam hospedados bem em frente ao balcão.
O diferencial é que o filme mostra a rica herança cultural de Verona, e através da história nos coloca dentro de um cenário que imaginamos Romeu e Julieta, em quantos apaixonados pela história já viajaram pra lá. Enfim, é um longa que nos faz viajar e imaginar.
Para quem gosta de viajar, vai se apaixonar ao conhecer a cultura. A fotografia é linda e deixa a gente com vontade de arrumar as malas para ir o quanto antes. As cenas são fofas, algumas são apenas mais do mesmo, porém, pelo fato de acrescentar conhecimento histórico me deixou encantada. Os dois personagens têm química e passam simpatia.
Quem gosta de Shakespeare vai amar conhecer. Como a protagonista é apaixonada por história, a gente descobre detalhes de Romeu e Julieta. Se está procurando uma viagem romântica, com certeza vai querer fazer essa, dos dois jeitos.
Direção: Mark Steven Johnson
País de origem: EUA
Distribuição: Netflix
