“Quando a Lei não consegue mais combater o crime,
talvez um vigilante possa fazer toda a diferença. Isso é o que ocorre em
Hollandon, uma importante cidade para assuntos internacionais e, amplamente,
considerada a segunda capital cultural do mundo. Nela, acompanhamos a história
de Jack Lewis, um empresário e vigilante, perseguido por agentes corruptos da
Agência de Inteligência Centralizada (A.I.C.). Ele é incriminado por um
assassinato e isso o leva a fugir das autoridades. Enquanto tenta provar sua
inocência, não pode deixar de dar suporte a cidade na figura de Darkham, um
vigilante honesto em meio a uma cidade corrupta e inescrupulosa. Sua jornada
não será fácil, ainda mais quando Royal King quer ver o vigilante morto. King
ainda designa Frank Tupelo, seu braço direito, a uma missão crucial para sua
organização. Entretanto, quando o caminho de Tupelo cruza com o de Darkham,
vidas são perdidas”.
Olhando a capa e a sinopse acredito que praticamente
99% das pessoas, assim como eu, devem pensar “Olha, é o Batman”. Jack Lewis
assim como Bruce Wayne tem dinheiro a beça, um cara na polícia que o ajuda (olá,
comissário Gordon), um mordomo que sabe seu segredo (mas aqui no caso é uma
governanta), uma “batcaverna”, muitos acessórios, pensamento estratégico, um
super vilão e, claro, uma fantasia para combater o crime.