Meu porto seguro lançou na Netflix em fevereiro e já arrancou muitos suspiros e lágrimas. Numa mistura de drama, romance e até mesmo comédia em alguns momentos, o longa vai contar a história de Melisa (Aslı Enver), ela tem apenas 5 meses de vida. Diagnosticada com uma doença terminal, a mãe solo busca encontrar um cara legal para garantir o futuro do seu filho de apenas seis anos.
Firat (Kaan Urgancıoğlu) é aquele cara cheio de traumas, mas que aparenta ter uma vida tranquila e feliz – no aspecto de satisfação, porque de tranquila mesmo não tem nada. O cara adora bar, mulheres e muita farra. Ele é famoso e bem sucedido, sua foto vive estampada nas revistas.
Can (Mert Ege Ak), filho de Melisa, tem uma personalidade forte, é bem ciumento e não suporta o rapaz que vive dando em cima da sua mãe enquanto ela está no trabalho. O menino sabe o que quer, determinado, difícil conquistar aquele coraçãozinho.
O primeiro contato entre Can e Firat é cômico e um desastre, claramente o garoto já odiou o comportamento dele e para quebrar essa impressão será necessário muito sacrifício.
Se você não conseguir chorar com esse filme, meus parabéns... Porque eu acredito que seja impossível. Qualquer pessoa, ainda que não tenha filho, se sensibiliza com a relação de Melisa e do Can. Firat é um outro caso que merece análise minuciosa (rs).
Não imaginei que o longa fosse tão emocionante. Quando vi o nome nem senti vontade de ver, mas por indicação do meu padrasto acabei dando uma chance e me surpreendi.
O filme é turco e adorei conhecer mais uma cultura, mais um sotaque.
Vale a pena assistir e prepare o lencinho, você vai precisar.
Criador: Hakan Kirvavaç “Ketche”
País de origem: Turquia
Distribuição: Netflix
Sessão da TARDIS. O título faz referência à “TARDIS”, cabine telefônica e nave do Doutor na série Doctor Who. Nada mais justo do que uma junção de uma série clássica e aclamadíssima para nossas tardes aqui indicando séries que gostamos, não é mesmo?!
