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31.12.21

Retrospectiva 2021

Olá, pessoal. Mais um ano que se finda e outro que se inicia. Sobrevivemos a mais um ano de pandemia. Só o fato de sobrevivermos já é motivo para agradecer.

Como sempre fazemos, hoje é dia de retrospectiva. Alguns integrantes da equipe prepararam para vocês as melhores leituras de 2021. E é claro que vocês vão contar pra gente quais foram as suas melhores leituras, não é mesmo? Estou aguardando. Enquanto isso, fiquem com as nossas indicações:


Giovanna (A biblioteca da meia-noite)

Matt Haig é um autor muito talentoso e há tantos trechos e citações pelas quais fiquei extremamente obcecada neste livro. E que realmente tocaram meu coração e me fizeram refletir. Além de tudo, este livro faz o leitor questionar qual é o sentido da vida e pensar como a vida pode ser verdadeiramente absurda. Mas devo avisar, este livro é, de certa forma, sério, e deixo os alertas de gatilhos, pois há depressão e pensamentos suicidas, e algumas partes foram bem pesadas para o meu coração. Se tornou facilmente, a minha melhor leitura do ano.

Quote:

“O paradoxo dos vulcões é que eles são símbolos de destruição, mas também de vida. Assim que a lava reduz a velocidade e esfria, se solidifica. Com o tempo, se decompõe, transformando-se em solo - um solo rico e fértil.

Ela não era um buraco negro, decidiu. Era um vulcão. E, como um vulcão, não podia fugir de si mesma. Ela teria de continuar ali e cuidar daquela paisagem desoladora. Ela poderia plantar uma floresta dentro de si.”


Fábio (Onde está Daisy Mason?)

A Trama foi a editora que chegou para ficar em 2021, junto com ela, trouxe dois lançamentos, um de fantasia - O último sorriso na cidade partida - e outro de thriller - Onde está Daisy Mason? -. Esse último foi sem dúvidas a melhor leitura que fiz no ano. Um thriller como eu não lia a muito tempo, com cada página trazendo um mistério diferente. É o verdadeiro vira páginas. O livro ainda trás algo “inovador” ao mostrar como as redes sociais podem influenciar no julgamento das pessoas e levá-las a fazer coisas inimagináveis. É um livro pra colocar na lista de leitura, com certeza.


Jessica (Binti)

Binti foi uma jornada. Esse livro me deixou pensativa e abismada com o quanto de criatividade a autora tem. É uma jornada de autodescoberta, mas também é uma ficção científica enorme e muito bem escrita. Binti é a primeira da sua família a sair e viajar pelo espaço. Ela tem uma mente afiada e pensa tudo de forma matemática: as equações que faz na cabeça são usadas para criar objetos fantásticos, e também ajudam ela a se envolver em política e conversas com outros povos que ela nunca imaginou. Ela viaja, leva sua ancestralidade e costumes com ela, mostra ao mundo que suas raízes importam e que ser diferente não é ruim. É uma história cheia de detalhes, raças e conflitos, que eu amei demais acompanhar


Natalia (Os assassinos do cartão-postal)

Parando pra pensar, o ano de 2021 minhas leituras foram bem ruinzinhas. Dos poucos que li, muitos livros foram 3/4 estrelas. Atingiu 5 estrelas facilmente foi "Os assassinos do cartão-postal". Viajar pela Europa é o sonho de quase todo mundo, mas não para o detetive Jacob. Após receber a notícia do brutal assassinato de sua filha e do namorado, ele viaja para Roma para tentar desvendar esse crime. O inusitado é que jovens casais são encontrados mortos em Paris, Copenhague, Berlim e Estocolmo. O que esses crimes têm em comum? Foi um romance policial que me prendeu e que merece ser lido.  
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Postagem Naty Araújo on 31.12.21 9
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31.12.21

Livro: O Natal de Poirot


Chegamos ao nosso derradeiro dia do festival de Natal. Se eu pudesse, resenharia um filme todos os dias pra vocês, mas não sou contratada pela plataforma Netflix (principalmente, já que a maioria dos filmes foram resenhados de obras de lá hahaha). Infelizmente, é um trabalho que demanda tempo livre. Vontade eu tenho, quem sabe um dia, né? Vocês gostaram? Me contem, me tragam ideias, assim posso aprimorar mais para vocês.

Hoje, para finalizar, não vou trazer a resenha de um filme, mas sim de um dos livros que mais gosto, de um dos personagens que mais amo, de uma das autoras que mais adoro: “O Natal de Poirot”.

Para a maioria das pessoas, o Natal é uma época de paz e harmonia, em que famílias se reúnem e deixam de lado suas diferenças em nome de valores como o amor e o perdão. Mas Hercule Poirot sabe quão mal essas confraternizações podem terminar...

Acompanhado do coronel Johnson, nosso detetive belga é convidado a investigar um caso de assassinato ocorrido na mansão de um velho e odioso milionário, na véspera de Natal. Quem seria capaz de algo tão atroz, arruinando a noite de todos? Bem, aparentemente, cada membro dessa família tinha motivos bem particulares para tirar a vida de seu patriarca. Como Poirot encontrará o verdadeiro culpado no meio desse covil de lobos?


Essa sinopse foi capaz de prender a minha atenção e imagino que a sua também. É um livro bem curtinho, mas a história envolve e a gente nem vê a hora passar. Esse é o poder dos livros da Agatha. A gente vai lendo, mergulhamos no enredo e nem nos damos conta. Além, é claro, do fato de sermos feitos de bestas o tempo inteiro.

É um livro gostosinho. Se você for ler a edição da Harper, com certeza vai amar ainda mais. A capa é dura e o trabalho gráfico é muito bem feito. A edição é a mais bonita que tenho dos livros da autora.

Caso ainda não tenha lido nada da Agatha, poderá começar por esse sem problema algum. A minha única recomendação é não começar por “Cai o pano”, pois tem uma coisa muito importante nesse livro que não funciona você conhecer a escrita dela começando por ele. Combinado? Se deseja começar, “O Natal de Poirot” é um dos indicados.

Título: O Natal de Poirot
Autora: Agatha Christie
Editora: Harper Collins
Páginas: 222
Ano: 2016
Compre: aqui (box: aqui)
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Postagem Naty Araújo on 31.12.21 5
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30.12.21

Filme: Christmas under wraps


Oi, gente. Penúltimo dia do nosso festival de Natal e trago a resenha de um filme que não é novo, mas é bem fofinho, principalmente porque trata de solidariedade, estamos precisando muito, especialmente aqui na Bahia com esse momento conturbado de tantas chuvas.

“Christmas under wraps” vai contar a história de uma médica que aceita trabalhar em uma cidadezinha do Alasca. Ela acaba vendo no lugar uma forma de ajudar mais as pessoas. Eles estão há mais de um ano sem médico fixo e isso faz com que seus planos mudem, mas de uma forma inesperada, claro.

Alasca esconde um segredo de Natal. O nosso coração ficará bem quentinho quando um dos moradores surge na vida da médica e a transforma. É óbvio que essa parte é bem clichê, mas o restante do filme tem um elemento muito bom, como eu disse. A médica está ali para fazer residência, mas nota que os moradores daquela cidade precisam de cuidados. Será que ela estará apta a abrir mão de tudo para ficar ali?

O filme é engraçado, alguns personagens também, alguns são fofos, mas existem aqueles que são bem artificiais – o que não é o caso dos protagonistas. Ambos transmitem emoção e realidade. Ora a gente fica com o coração feliz, ora dá um revertério que causa raiva. Mas na vida é assim, por que nos filmes também não haveria de ser, né? Altos e baixos...

É um longa leve, sem pretensão de ser complexo, de fugir do óbvio. Se está procurando um filme para afogar as mágoas ou simplesmente para desestressar, certeza que esse será do seu agrado.

Filme: Christmas under wraps
Direção: Peter Sullivan
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 30.12.21 6
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29.12.21

Série: Reunião de Família – Natal Especial


Falta pouquinho para o nosso especial de Natal acabar e hoje trago um episódio de uma série. Na verdade, a série se chama Reunião de Família, lançado neste ano, e a Netflix lançou, em 2019, um episódio curtinho chamado “Reunião de Família – Natal Especial”.

M’Dear e suas irmãs tentam reatar o grupo de canto para participar de um concurso. As três são muito engraçadas e problemáticas. Vivem em conflito, mas você percebe que entre elas, no fundo, há amor e carinho.

Paralelo a isso temos o avô, ele proporciona um ensinamento muito bonito para duas crianças que não valorizam o que tem. A menina pega de volta o casaco que tinha colocado para doação, com o pretexto que tinha esquecido o tanto que gostava dele e também o fato de ter o nome dela na roupa, como se o morador de rua não fosse querer por isso. Já o seu irmão pega uma maçã, dá uma mordida e joga no lixo e argumenta que ela não está perfeita. Sim, perfeita! WTF?!

Dá pra perceber que o episódio faz uma crítica muito bacana a respeito das coisas que temos, de darmos valor a isso e, o mais importante, ajudarmos quem necessita. Se tenho duas coisas, posso pegar uma e doar. Pra gente pode nem fazer diferença, mas para aquela pessoa que sente frio, fome e sede... Valerá muito!

Tem apenas 30 minutinhos, vale a pena assistir. Achei bem interessante. Depois desse episódio, com certeza vou querer conferir a série. Ela está sendo muito comentada e com 99% de relevância na plataforma.

Série: Reunião de Família – Natal Especial
Direção: Robbie Countryman
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 29.12.21 6
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28.12.21

Série: Dash & Lily


Oi, gente. A indicação de hoje é da Netflix, de uma série de 2020 e, pasmem, que eu nunca nem tinha ouvido falar. Fiquei 2021 todinho sem saber da existência dela. Mas quando vi o trailer já fui fisgada.

Comecei a assistir e terminei no dia seguinte. É bem curtinha, são 8 episódios de quase 25 minutos cada. É super diferente do que estamos acostumados.

Lily ama o Natal, sempre passa com a família – são muito apegados. Porém, aquele ano será diferente. Os pais dizem que vão viajar para ter uma lua de mel e o avô viaja para pedir a sua paquera em casamento. Só sobra na casa a Lily e o irmão, que ainda pede pra ela dar uma volta porque o namorado dele vai chegar e querem curtir um momento a sós. Resumindo a história... Ela não tem ninguém para conversar.

Dash é o oposto, odeia o Natal. Acha uma época hipócrita, em que as pessoas fingem gostar das outras, que a família finge ser unida e que os casais mentem pra si mesmos que gostam, mas na verdade estão juntos só para evitar a solidão. Radical? Sim, ele é muito. Porém, a sensatez dele é evidente. O que Dash acha não deixa de ser uma verdade, né?


Mesmo com esse ponto destoante, há mais coisas em comum do que poderiam imaginar. A primeira, e que chama a atenção logo de cara, é o amor pelos livros. O irmão da Lily tem a brilhante ideia de usar um caderno/diário para que a garota encontre uma companhia. No início parece uma coisa bem absurda, mas com o tempo ela aceita e mergulha na aventura.

A ideia consiste em escrever no caderno pistas para que a outra pessoa tente adivinhar. Posteriormente, é a vez do outro escrever para deixar uma pista para que Lily desvende. E assim fica o jogo entre duas pessoas que querem se conhecer, com dicas de lugares, coisas para comer, festas para curtir até descobrir a personalidade de cada um.

Tudo começa com um “Do you dare...?” na capa e que já deixa o Dash curioso, é claro. A gente devora os 8 episódios rapidinho. Nem vê a hora passar. É uma série gostosa, que diverte, tem mistério e super alto astral. Além de tudo isso, é bem moderna. Uma das séries que mais curti e mais me diverti.

Ah! E é no período natalino, né?! A gente precisa de um milagre de Natal, afinal, as coisas parecem não ir muito bem. Fiquei desejando uma continuação. Espero que venha uma segunda temporada.

Uma curiosidade:
Dash & Lily é uma série inspirada nos livros "O Caderninho de Desafios de Dash & Lily", os três volumes publicados foram escritos por David Levithan e Rachel Cohn.

Série: Dash & Lily
Direção: Brad Silberling
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 28.12.21 8
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27.12.21

Filme: Operação Feliz Natal


Mais um filme lançado pela HBO Max, dia 10 de dezembro de 2021. A dica de hoje dessa vez é de uma obra mexicana, “Operação Feliz Natal – O golpe dos duendes”.

Tudo começa com o plano dos três batedores de carteira, a líder, o hacker e o ladrão. A ideia dela é uma operação durante o período do Natal, realizar vários furtos e enfim desfrutarem ao final.

Porém, obviamente algumas coisas sairão fora do planejado e o Papai Noel os envia para uma cumprir uma missão. Eles precisam encontrar três preciosos presentes ou pagar pelas consequências que fizeram durante o evento no shopping. Claro que os três vão preferir ir atrás desses presentes, afinal, não vão querer sofrer penalidade pelo erro que cometeram. É aí que a história começa a ficar mais interessante do que já estava.

Imagem: HBO Max
O filme me surpreendeu porque eu pensei que seria apenas comédia, pra gente se distrair mesmo. Mas não... Além disso ele nos passa algumas reflexões que precisamos aprender. A gente precisa se aceitar da forma que somos, nos gostar de termos essa aparência. Buscar melhorar como pessoa e ajudar os outros a ter um conforto, a ter um alimento, uma roupa.

Quantos de nós batalhamos tanto para comprar nossos objetos e algum ladrão simplesmente vê o que temos e quer nos tomar? O filme mostra bem isso, enquanto existem pessoas se sacrificando para trabalhar e também para ajudar, os três furtam pessoas, casas e tiram o sossego das outras.

A verdadeira riqueza nunca esteve no que você tem, mas sim na forma que você vê o que tem, o que é e como pode fazer para contribuir para fazer as pessoas felizes. O filme é engraçado, mas também nos faz refletir. Não deixe de assistir. Eu sei que estou deixando a sua lista enorme, mas dê um jeitinho (rsrs).

Filme: Operação Feliz Natal – O golpe dos duendes
Direção: Alonso Iñiguez
Onde assistir: HBO Max
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Postagem Naty Araújo on 27.12.21 7
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26.12.21

Filme: O Natal foi cancelado


Para sair do comum, hoje trago um filme que estreou na HBO Max dia 16 de dezembro de 2021. “O Natal foi cancelado” conta a história da Emma (Sarah Hayley Orrantia), ela descobre que terá de passar as festas de fim de ano com seu pai, um viúvo, e a nova namorada dele, uma antiga colega de escola de Emma.

Eu pensei que o filme seria gargalhada do início ao fim, mas me surpreendi que a história vai além disso. Claro que o casal planeja contar a relação para Emma, mas ambos não imaginavam que ela descobriria da pior forma possível.

Desesperada, ela decide fazer de tudo para separar o casal antes do Natal. Só que ela não contava que seria fisgada por algo do passado e que talvez a raiva sentida tenha acontecido por outros motivos também. Parece complexo isso, mas quando você assistir fará todo sentido.

O filme tem uma história clichê, mas também tem uma lição por trás. A gente sente a dor da Emma por ter perdido a mãe há dois anos e nesse período o pai se envolver com uma outra pessoa, que inclusive tem a mesma idade dela. No entanto, ela precisa entender que a vida necessita seguir em frente. O pai não deseja substituir a mãe, não deseja substituir a esposa que ele tinha, mas deseja ter um novo relacionamento, uma nova vida.

Emma não aceita essa situação. O fato de entendermos a posição dela não faz com que ela esteja 100% certa. Não está. E isso o filme soube nos transmitir e nos proporcionar um final digno.

Os problemas da Emma não são enfrentados apenas por ela, muitos passam por esse tipo de dificuldade, inclusive o longa trata disso. É um filme que sabe ser além do “apenas clichê”. Em geral, sempre gosto das produções da HBO. Vale a pena assistir.

Filme: O Natal foi cancelado
Direção: Prarthana Mohan
Onde assistir: HBO Max
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Postagem Naty Araújo on 26.12.21 6
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25.12.21

Série: Como acabar com o Natal


Olá, pessoal. Primeiramente, desejo um Feliz Natal para você e sua família. Nesse momento difícil que estamos passando, é complicado pensar em Natal com tanta felicidade, mas se estamos vivos é um motivo para agradecer.

Para o dia de hoje deixei uma indicação de uma série que ao mesmo tempo é engraçada, mas também recheada de drama. A protagonista se mete em cada encrenca que ora a gente sente dó, ora a gente sente vontade de torcer para se dar mal mesmo.

A protagonista, filha pródiga, chamada Tumi Sello (Busi Lurayi), tenta consertar as coisas depois de arruinar o que deveria ter sido o casamento perfeito da irmã. A destruição não é pouca, não. É grande e a gente fica abismado com a tragédia. Era pra ser o casamento dos sonhos, mas...

A série é pequena, tem duas temporadas, a primeira trata do dito cujo casamento e a segunda do funeral. Como se a desgraça no primeiro não fosse o suficiente, a desgraça no segundo surge pra colocar uma pá de cal. Por se tratar de uma cultura sul-africana, a gente aprende muito os costumes de lá, inclusive quando alguém casa, como é a vivência das famílias, assim como também quando alguém morre. É um aprendizado, sem dúvidas.

Imagem: Netflix
Tumi é considerada tóxica e de tanto ouvir isso das pessoas ela acaba absorvendo e aceitando esse título. Porém, ela não é a vilã que todos pregam, que a gente tenta acreditar enquanto assiste. Tudo o que faz de errado (aliás, quase tudo) é tentando acertar, pra consertar as besteiras ou evitar que outras piores venham ocorrer.

Beauty Sello (Thando Thabethe) é irmã de Tumi, ambas foram abandonadas pelo pai. A diferença é que a primeira deseja encontrá-lo para seguir a tradição de entrar na igreja acompanhada dele, enquanto a segunda não sente a menor falta dele, pelo contrário. Ela o considera o pior ser humano e tenta convencer a irmã a não entrar em contato. Mas a teimosia da Beauty fala mais alto, e a solidariedade da Tumi também, então ambas vão procurá-lo. E as coisas são piores do que a gente poderia prever. A série toma um rumo bem mais dramático.

O primeiro episódio não me cativou, confesso. Achei que seria melhor deixar pra lá e tentar ver outra coisa. No entanto, do segundo em diante fui fisgada e não consegui largar mais. São poucos episódios, mas a gente consegue dar boas risadas e chorar em alguns momentos.

Confesso que a atuação da Busi Lurayi foi impecável. Fiquei abismada com essa mulher. Incrível! Assistam!

Série: Como acabar com o Natal
Direção: Johnny Barbuzano
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 25.12.21 6
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24.12.21

Filme: Um brinde ao Natal


Oi, gente. Hoje a indicação será de dois filmes. O volume 1 e 2 de “Um brinde ao Natal”. O segundo filme lançou este mês, dia 16, então está sendo bem visto na plataforma Netflix. Você já deve ter ouvido falar deles, certo?

No filme 1, um filho de fazendeiros que nunca pegou no pesado se passa por trabalhador rural para convencer uma pequena produtora a vender suas terras antes do Natal. Ele vai até a fazenda e começa a trabalhar nos afazeres, mas não tão bem assim. Só que o rapaz não esperava que a garota não seria como qualquer outra, ela tinha um diferencial e ambos tinham uma conexão forte.

A trama se passa nisso, mas não é nenhuma surpresa o que acontece, obviamente. No filme 2 eu fiquei pensando qual seria a “graça” de precisar a continuação, mas como já tinha visto o anterior, e tinha gostado, fiquei curiosa para saber o desfecho.


Depois de um ano de relacionamento da Callie (Lauren Swickard) e do Joseph (Josh Swickard), e do primeiro filme, o segundo surge com ambos deixando a fazenda para tentar resolver os negócios de família, além de começarem a pensar no casamento. O problema surge quando Joseph esconde da Callie os reais motivos de terem ido pra lá, afinal, a mãe renunciou a empresa e deixou para ele assinar as papeladas e ficar como dono e administrador.

Sem contar que Victoria (Laura James), funcionária da empresa, não é flor que se cheire e fará de tudo para separar o casal. Para piorar, eles foram noivos há anos e Joseph não contou esse pequeno (grande) detalhe para Callie. Será que dá pra ficar pior?

Os dois filmes são bons, o segundo tem uma lição muito importante, fala de solidariedade, de ajudar as crianças, de alimentar quem necessita; da importância da família, de sempre estar perto, de contribuir para o crescimento e não perder a sua essência. O final é bem emocionante.

Filme: Um brinde ao Natal – vol. 1 e 2
Direção: Shaun Paul Piccinino
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 24.12.21 6
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23.12.21

Livro: Terror depois da ceia


Uma indicação para quem gosta de leituras temáticas...🎅
"Sempre é véspera de Natal nas histórias de fantasma. A véspera de Natal é a noite de gala dos fantasmas. Na véspera de Natal, eles têm seu banquete anual."
Você já se perguntou como seria o Natal na Era Vitoriana? Um época conhecia como macabra e sombria... marcada por uma forte efervescência cultural e definitivamente fascinante. Com certeza, as histórias de fantasmas tinham lugar garantido na Ceia de Natal. E neste livrinho não poderia ser diferente.


Em Terror depois da ceia, o autor teletransporta o leitor para diversos momentos, que vão desde lugares assombrados até situações de certa forma, cômicas... narrativas surpreendentes, e inesperadas, que deixam aquele gostinho de quero mais. Foi fácil se imaginar no Natal, em uma noite fria, envolta da lareira, sentindo arrepios pelo corpo todo, sem saber se as histórias eram reais ou não.
"Naquele momento, pensei, como a maioria das pessoas em situação similar pensariam, que devia estar sonhando. Eu me sentei e esfreguei os olhos."
E sim, eu amei adentrar em uma outra época a cada página ilustrada - de forma peculiar - dessa edição fofinha. Consegui me imaginar junto e presente, aos casos e acasos. Foi um experiência única, fascinante e definitivamente mágica. Esse foi o primeiro livrinho que li temático de Natal NO NATAL e não poderia estar mais feliz de ter favoritado.

"E então meu tio nos contou uma história. Disse que era uma história real."
Depois de terminar essa leitura, já estou pronta para começar a tradição de contar (e ouvir) histórias de fantasmas no Natal. 👻

Título: Terror depois da ceia
Autor: Jerome K Jerome
Editora: Wish
Páginas: 144
Ano: 2021
Compre: aqui
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Postagem Giovanna Prates on 23.12.21 8
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22.12.21

Filme: Maldito Feliz Natal


“Maldito Feliz Natal” é um filme antigo, de 2014, mas precisava ser resenhado. Assisti há alguns bons anos e ontem assisti novamente.

É um filme de comédia misturado com drama e que deixa a gente reflexivo. Vou explicar melhor... Boyd (Joel McHale) é obrigado a passar o Natal com seu pai Mitch (Robin Williams) e sua disfuncional família. O problema surge quando Boyd percebe que esqueceu o presente do seu filho. Na verdade, ele não esqueceu, pediu para a sua esposa, Lauren Graham (Luann Mitchler), pegar. Porém, aconteceu um contratempo com ela – só assistindo para entender e dar risada da situação.

Decidido a fazer com que seu filho continue acreditando no Papai Noel, ele e seu pai embarcam em uma viagem de volta para a sua casa para buscar o presente, conseguir voltar antes do pôr do sol e salvar o Natal. No meio do caminho muitas coisas acontecem entre os dois.

A relação de Boyd e Mitch não é das melhores. Quando era pequeno, seu pai revelou que Papai Noel não existia, isso quebrou o encanto do filho e trouxe frustração. Desde então ele se lembra daquele fatídico dia e faz de tudo para que, com seu filho, a experiência seja diferente.

Imagem: Netflix
A ingenuidade do filho representa a pureza de uma criança mesmo, em acreditar num mundo bom, em coisas boas; já o Mitch representa a maldade humana, em sempre querer tirar o encanto, a vontade e a coragem das pessoas vencerem. Eu vi assim, senti isso ao assistir – e achei essa mensagem muito bonita.

É estranho e pesado assistir a um filme do Robin Williams e não lembrar do que aconteceu com ele. É estranho querer sorrir assistindo e por vezes a gente se pegar pensando “essa cena triste é tão real olhando em seus olhos”. A atuação dele nos passa tanta verdade que a gente se pergunta o que se passava naquele coração no momento da sua morte.

Era pra ser uma resenha feliz, sobre o filme, mas não posso deixar de mencionar o que senti revendo esse filme. A cena no carro, seu choro, a forma que o Mitch, interpretado pelo ator, olha para o filho... é impossível não se emocionar.

O filme não tem romance, ele possui uma história de relacionamento entre pai e filho. É indispensável assistir.

Filme: Maldito Feliz Natal
Direção: Tristram Shapeero
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 22.12.21 7
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21.12.21

Filme: O Natal de Cinderela


“O Natal de Cinderela” é um filme mais leve, embora o sofrimento da personagem seja algo bem verossímil. A gente sente a dor da solidão que a Kat (Laura Marano) carrega pela perda dos pais.

Kat tinha uma relação muito boa com seu pai, mas ele faleceu e o que sobrou foi a sua cruel madrasta e as filhas desta, duas inúteis que são bem invejosas e não querem saber de trabalho.

No período do Natal, Kat trabalha como elfa numa feira natalina. Ela tem o dom na área da música, canta muito bem, mas é uma anônima e tem o sonho de ser famosa um dia. Ao trabalhar como elfa, ela encontra Nick (Gregg Sulkin), o novo Papai Noel do lugar, e se encanta por ele. Como estavam fantasiados não foi possível perceber, mas ambos se conheceram antes dessa feira de uma forma bem vergonhosa para a Kat – é revelado logo no início do filme.

O clichê da história começa quando Kat, a mocinha pobre, se apaixona por Nick, o garoto mais desejado da cidade e filho do milionário Terrence Wintergarden. Ele o convida para um baile em sua casa, que é realizado pelo seu pai, mas sem revelar a sua identidade. Aí o restante da história fica por conta de vocês.

Imagem: Netflix
O filme é triste por conta das coisas que Kat, desde muito nova, teve de passar. Ao mesmo tempo é romântico, por motivos óbvios que vocês já imaginam. Além de mostrar isso, a história quer passar outra coisa também... A família Wintergarden tem uma postura diferente, o pai é apaixonado por serviços sociais, por obras que ajudem os animais. É tão bonito ver isso ser mencionado. Ao passo que a madrasta odeia animais, não suporta o cachorro deficiente físico da Kat e mesmo assim bola um plano para receber os convites para o evento do Terrence. A festa é fechada, não é qualquer um que pode entrar. Não é paga, apenas entram pessoas convidadas.

Vocês sabem que gosto de histórias que tenham conteúdo, não apenas o romance por romance. E essa aqui não deixa a desejar. É clichê, mas a gente não se importa quando o amor pelo bem social fala mais alto.

Se você ainda não viu, vale a pena assistir. O filme é bem pequeno. Eu vi na hora do almoço, bem rapidinho.

Filme: Um Natal de Cinderela
Direção: Michelle Johnston
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 21.12.21 12
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20.12.21

Filme: Um Natal nada mágico


“Um Natal nada mágico” é um filme que se passa na Colômbia. Pelo que percebi, parece uma sitcom estilo “Vai que cola” e “Tô de graça”.

O filme vai mostrar a história de um contador e aspirante a mágico, que convida o chefe para passar o Natal com sua família. Porém, o problema maior é que ele não sabe que o patrão é um dos criminosos mais procurados da Colômbia. A sinopse já me ganhou aí e resolvi dar uma chance para conhecer.

A história já começa dando tudo errado, o namorado da filha que aparece para o Natal, o filho que chega de surpresa e está apaixonado por uma freira, a sogra que arrumou um novinho que só está interessado em dar o golpe e por aí vai.

Imagem: Netflix
O criminoso precisa arrumar um jeito de lavar o dinheiro e tem a ideia de fazer uma proposta para o seu funcionário ser o laranja. Então ele convida toda a família para ir ao hotel numa recepção que será feita. Só que o criminoso não contava com a ausência do mágico e a mudança de planos.

Percebi que esse filme é de 2020 e existe uma série chamada “Um mágico nada incrível” que foi lançada este ano, tem uma temporada com 7 episódios. Não sei do que se trata, pois não conferi. Assistindo ao filme, dá pra perceber que parecem comediantes, principalmente o protagonista, estilo Tom Cavalcante, mas não pesquisei a esse respeito para ter certeza.

Sobre o longa, ele é engraçado, mas não chega a ser tanto. Não parece uma grande produção, contudo, pode ser que a série seja melhor. Eu gosto de alguns episódios de “Vai que cola”, por exemplo, mas não são todos que acho graça – talvez tenha acontecido a mesma coisa com o filme.

Filme: Um Natal nada mágico
Direção: Juan Camilo Pinzón
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 20.12.21 12
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19.12.21

Filme: Natal sangrento


Finalmente separei um filme da Amazon Prime para assistir. Alguns vão adorar, outros não vão curtir tanto assim e vou te explicar o motivo.

“Natal sangrento” conta uma história totalmente fora do comum, pois aqui nos deparamos com um Papai Noel assassino. Quando li a sinopse achei a ideia genial.

Em 1998, véspera de Natal, em Stavanger, seis pessoas foram mortas num apartamento. Foi encontrado uma lista na boca de uma das vítimas que tinha 324 nomes entre homens e mulheres, desde Lindesnes até Cabo do Norte. A polícia não conseguia fazer nenhuma conexão entre esses nomes, porém, algo entre eles era bem estranho: todos já estiveram na mídia por ter cometido algum crime.

Em 2011, o serial killer é pego depois de aterrorizar e matar pessoas durante a noite de Natal nos últimos 13 anos na Noruega. Depois de ficar solitário por quase seis anos, o psicopata escapa alguns dias antes da noite de Natal. E tudo começa outra vez.

O filme tinha potencial pra ser incrível, foge do comum e tem uma premissa ótima. Contudo, não entrega o que promete. A gente fica vidrado o filme todinho, grita, se desespera, arranca os cabelos. Mas infelizmente o final é de frustrar as nossas expectativas.

Ele termina sem respostas e a gente sente raiva por ter perdido tempo assistindo. Pelo menos eu senti isso, como se tivesse sido trouxa. Pode ser que tenha continuação e exatamente por esse motivo algumas perguntas não foram respondidas.

No mais, é isso. Quem sabe você assista e se surpreenda, e goste. A ideia foi muito boa, mas queria explicações.

Ah! Está claro, mas não custa lembrar, o filme tem cenas muito fortes, então se você não curte ou não tem estômago forte, melhor deixar quieto. Se gosta de um terror com cenas pesadas, vale arriscar. Só não espere que tudo faça sentido.

Filme: Natal sangrento
Direção: Reinert Kiil
Onde assistir: Amazon Prime
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Postagem Naty Araújo on 19.12.21 12
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18.12.21

Série: Feliz Natal e tal


Hoje trago para vocês a resenha de uma série natalina. Ela foi publicada em 2019, mas fiquei sabendo dela somente este ano. Há rumores que a segunda temporada irá sair, porém, não é nada garantido ainda.

A história conta com um paizão de gênio forte, interpretado por Dennis Quaid, ele não fica nada feliz quando a filha decide levar o novo namorado para passar o Natal com a família. Inclusive, vai buscá-los no aeroporto com uma viatura para assustá-lo (ou apenas chamar atenção).

O patriarca da família reúne seus quatro filhos, cunhados, cunhadas e os netos. O fato de a sua filha trazer seu novo namorado não é muito bem visto por ele, e a sua ideia é separá-los fazendo com que ela volte para a cidade natal.

O legal da série é que ela é envolvente, tem apenas 8 episódios com menos de 30 minutos de duração em cada. A gente dá muita risada, o enredo é bem escrito, embora seja simples. Os personagens possuem características únicas, cada um com os seus problemas para enfrentar, uma que leva um pé na bunda, a outra que tenta engravidar e não consegue, o outro que perde o emprego e por aí vai. São histórias com situações do nosso dia a dia.

Imagem: Netflix
É nítido ainda que o personagem principal, o pai, tem um comportamento bem antiquado, trata-se de um autêntico patriarca. Ele está sempre tentando manter a família por perto e tentando controlar a situação, pois quem fazia isso muito bem era a sua falecida esposa, agora ele precisa colocar as coisas em ordem.

Dennis Quaid atua muito bem, é engraçado sem forçar, além de também saber colocar uma pitada de drama na medida certa. O ator também é um dos produtores executivos do longa.

Dá pra assistir bem rapidinho e vai divertir todos em casa, pois é livre para o público a partir de 12 anos.

Série: Feliz Natal e tal
Direção: Pamela Fryman, Phill Lewis, Gloria Calderon Kellett e Betsy Thomas
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 18.12.21 16
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17.12.21

Filme: Uma esposa de Natal


“Uma esposa de Natal” chegou no catálogo da Netflix ontem, no dia 16 de dezembro. É o primeiro título natalino vindo da Nigéria para a plataforma e já está no top 6 de filmes mais vistos hoje.

Adorei a ideia porque nos adentra numa nova cultura. A gente aprende novos costumes, mas nos sentimos mais próximos à realidade brasileira. Afinal, aqui não tem neve e não tem frio, como estamos acostumados com os clássicos americanos.

O desejo de Natal de uma mãe, interpretada por Rachel Oninga, desencadeia uma competição acirrada entre os filhos, ao prometer que o primeiro filho a se casar terá direito de ficar com a casa. Os três irmãos ficam surpresos com a ideia, mas um deles prefere não entrar na disputa. Mas os dois mais velhos... Bom, já dá pra imaginar que a briga será ferrenha.

Imagem: Netflix
O filme é engraçado, mas muito mesmo. Porém, não é apenas isso. Os personagens tratam o período de uma maneira bem solidária. A mãe deles é bem conhecida e muito religiosa, faz parte de um grupo da igreja. Ela tem a ideia de fazer um Natal diferente, levando o símbolo natalino para o gueto, pessoas de origem mais humilde, e não ficar apenas dentro do templo fazendo mais do mesmo.

É uma produção que tem tudo para te agradar, pois envolve muito da nossa cultura, além de ser emocionante de assistir. Até o romance tem uma pitada engraçada e dramática, pois um dos irmãos quer se casar com uma pessoa que o despreza, o outro é namorador e o mais novo se envolve com uma pessoa casada. São três motivos para infartar o coração da mãe.

Se você ainda não viu, não deixe de conferir. Valerá a pena.

Filme: Uma esposa de Natal
Direção: Kunle Afolayan
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 17.12.21 14
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16.12.21

Filme: O feitiço do Natal


O filme de hoje deve ser querido por muitos de vocês, pois é composto daqueles elementos que fazem os corações suspirarem. Porém, adianto que na internet ele não é tão bem avaliado assim.

Abby (Kat Graham) é uma talentosa fotógrafa desencantada com a vida e que luta para ser destaque no trabalho que não é o dos seus sonhos. Numa reunião de família, ela ganha um calendário mágico que era da sua avó. Todos os dias tem uma portinha para abrir até chegar o derradeiro dia, o Natal. Ao abrir, um objeto aparece e o incrível é que no dia seguinte esse objeto aparece em seu caminho, parece que está prevendo o futuro.

Ela mostra esse calendário para um paquera (ainda se fala assim, hoje em dia?) e o cara debocha, pois Abby acredita fielmente que existe um significado. Claro que o fato de rir dela acaba tirando todo encanto que Abby sentia pelo rapaz.

Imagem: Netflix
Mas e se talvez fosse isso mesmo? Se o cara idiota, ao final, não estivesse tão errado assim? É aí que Abby decide fazer algo importante com o calendário que tomará novos rumos na vida dela.

Apesar da obviedade da trama, é possível se distrair e gostar de algumas cenas. Não curti totalmente o filme, porque achei que poderia ter sido mais trabalhado. É ruim? Não. É que a gente pode ir enjoando de alguns roteiros. Mas é um longa que promete trazer o que promete, o romance que todo amante de romance adora (com redundância mesmo).

O casal é fofo, as fotografias que ambos tiram são lindas e, para quem procura isso, é o que importa. Às vezes você pode não querer um filme bem elaborado, cheios de elementos e está tudo bem.

Não sei se deu para perceber, mas a atriz é a mesma que fez “Missão presente de Natal” e nós fizemos a resenha, confira aqui.

Filme: O feitiço do Natal
Direção: Bradley Walsh
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 16.12.21 14
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15.12.21

Filme: Christmas Wedding Planner


Olá, pessoal. Estamos no dia 15, metade do nosso festival já passou. Faltam apenas 10 dias para o Natal. Sei que não tivemos um ano fácil, na verdade, foram dois anos muito complicados. Trazer esse festival pra vocês é uma forma de tentar animar nossos dias. Me divirto assistindo a esses filmes e fazendo essas resenhas. É uma maneira de tentar amenizar nossos dias tristes.

Hoje vou trazer a resenhar “Christmas Wedding Planner”. Nossa protagonista, Kelsey Wilson (Jocelyn Hudon), planeja casamentos e tem a grande chance de sua vida: planejar o casamento exclusivo do seu amado primo. Tudo segue tranquilamente, até que Connor McClane (Stephen Huszar), um detetive particular, aparece para virar seu mundo do avesso e tumultuar um de seus maiores projetos.

Connor é contratado por uma pessoa misteriosa e interrompe o casamento que Kelsey estava se dedicando com tanto afinco. Isso a frustra, obviamente, mas existe uma razão. O suspense me surpreendeu e achei que foi revelado na hora certa.

Não se engane, o gênero principal do filme não é suspense, mas conta com algumas questões que deixam a gente curioso, e as respostas desses questionamentos foram bem trabalhadas, à sua medida, claro.

É um filme fofinho, a fotografia é bem natalina. Não é um lançamento, é de 2017, mas vale a pena assistir. Tire um tempinho no final de semana e pegue uma barra de chocolate para acompanhar.

Filme: Christmas Wedding Planner
Diretor: Justin G. Dyck
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 15.12.21 16
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14.12.21

Filme: Sintonizados no amor

Imagem: Netflix
Amigos de longa data, Maggie Quinn (Natalie Hall) e Jack Russo (Evan Williams) apresentam um programa de rádio local em Chicago e fingem ter um relacionamento no ar e na vida real para conquistar cada vez mais ouvintes.

Ambos dividem com os ouvintes as suas experiências nos relacionamentos, até mesmo assuntos que causariam vergonha. Eles falam com naturalidade e isso soa muito engraçado e espontâneo.

Como fazem muito sucesso, a dona da rádio decide fazer uma proposta para os dois: apresentarem o programa para todo o país. Porém, essa oferta teria uma condição: os amigos precisam apresentar os parceiros deles para as suas famílias numa transmissão ao vivo. Parece uma proposta fácil, mas tem tudo para dar errado.

Imagem: Netflix
O problema já começa quando os dois são largados pelos seus companheiros, o que é sério. É aí que o Jack tem a ideia de fingir namorar a Maggie e enganar todos os ouvintes. Isso não parece que dará certo. Não é nada honesto, mas é bem típico de comédia romântica, então vocês já imaginam a besteira que vai acontecer.

O filme é engraçado, mas não apenas. Ele tem um romance que não foge do óbvio, mas para o telespectador que curte um belo casal não vai se preocupar com isso. A forma que eles lidam com a situação é fofa.

É um longa para assistir num sábado à noite, comendo um brigadeiro de colher e se tiver sorvete junto fica ainda melhor. Já provaram sorvete com brigadeiro? Super indico!

Filme: Sintonizados no amor
Direção: Max McGuire
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 14.12.21 12
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13.12.21

Filme: Natal sob fogo cruzado

Imagem: Netflix
Que sufoco! Essa frase define esse filme do início ao fim. Fiquei toda apreensiva sem saber o que aconteceria, aliás, eu sabia que aconteceria muita besteira, muita coisa errada. É desesperador!

É incrível a capacidade que alguns têm de ser tão estúpidos e imaginar que nada vai acontecer. É assim que o personagem age. Ele está numa floresta com a namorada e ouve um barulho. O que o curioso vai fazer? Claro, ir lá ver quem está pedindo ajuda. Até aí tudo bem. O problema (a estupidez, como eu disse), começa quando ele pede para que os caras não matem o rapaz. Ele está amarrado, com a boca amordaçada e uma arma apontada para a sua cabeça. O nosso personagem, Samuel (Kostja Ullmann), pede para que não façam isso, que vão se arrepender. Não vou contar o restante para vocês assistirem e ficarem agoniados como eu fiquei.

Paralelo a isso, a namorada dele, Edda (Alli Neumann), que ficou dentro do automóvel, sai atrás do Samuel e o desespero se torna maior nessa hora. É o que eu disse, as pessoas são muito estúpidas, mas a gente entende porque na hora do desespero não dá pra prever o que farão. Fazer o quê?!

Imagem: Netflix
É um filme alemão, tem personagens cômicos e a história tem eventos reais, o que torna o susto ainda maior enquanto estamos assistindo. A gente fica pensando: “será que isso aqui aconteceu? Ou será que esse outro aconteceu?”. É realmente desesperador.

Não vou falar mais dos outros personagens para ficar mais emocionante. O filme não é nenhuma obra prima, mas é um filme policial que mescla com o suspense, com o romance, drama e tem humor negro também.

Para quem está se perguntando, eu gostei do filme por esse jeito maluco, com uma pegada parecendo o filme Pânico, sabe? Os desastres e a coincidência às vezes soam forçadas, mas não dá pra evitar que deixa a gente inquieto.

Filme: Natal sob fogo cruzado
Direção: Detlev Buck
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 13.12.21 12
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12.12.21

Filme: O amor não tira férias


A indicação de hoje é um filme bem antigo, de 2006, mas não poderia ficar de fora dessa lista. Inclusive, deixo a indicação aqui que ele ficará disponível na plataforma Netflix até o dia 31 de dezembro. Se não assistiu (o que acho muito difícil), aproveite a oportunidade. E se já assistiu, vale a pena ver de novo, rs.

Depois de muitas desilusões amorosas, uma mulher de Los Angeles e outra de Londres resolvem trocar de casa nas férias, um intercâmbio de casas. Uma tem um casarão, é tudo muito lindo, perfeito. Uma casa dos sonhos mesmo! O quarto dela é a perfeição! Enquanto a outra tem uma casa mais simples, mas o fantástico é o lugar, no meio do nada e super delicioso para relaxar.

Óbvio que a dona da casa isolada fica fascinada logo de cara pela mansão, ao passo que a outra se sente desconfortável e até pensa em ir embora, mas acaba se surpreendendo quando o irmão dela aparece de surpresa na sala.

Iris (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamentos conhecidos no Daily Telegraph, em Londres. Ela se apaixona por Jasper (Rufus Sewell), mas é surpreendida quando descobre que ele está prestes a se casar com outra. Triste com a notícia, ela decide sumir do mapa por alguns dias e embarca para Los Angeles na casa da Amanda.

Em Los Angeles encontramos Amanda (Cameron Diaz), dona de uma agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes, e também dona da casa linda que citei. Após descobrir que seu namorado, Ethan (Edward Burns), não tem sido fiel, ela decide que precisa espairecer a cabeça e decide viajar para Londres, na casa da Iris.

O filme é gostoso de assistir e o clima natalino abraça a gente. A produção é incrível, os atores são perfeitos e a atuação é repleta de sentimentos, nos fazer rir, divertir e chorar. É um filme que vale a pena assistir e reassistir.

Filme: O amor não tira férias
Direção: Nancy Meyers
Onde encontrar: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 12.12.21 14
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11.12.21

Filme: Um menino chamado Natal


Não existe apenas romance na época do Natal, há aqueles filmes que aquecem o coração em relacionamento familiar e também há aqueles envolvidos por magia, como este da resenha de hoje.

Baseado num livro infantil, do autor número um na lista de best-sellers, Matt Haig, a história começa com três crianças que perderam a mãe recentemente. O pai precisa ir trabalhar na véspera do Natal e elas ficam sob os cuidados da tia. Eles não gostam muito da ideia, mas não há outra opção.

O filme se passa numa narrativa dessa senhora contando uma história para os sobrinhos. O pai do Nikolas recebe uma missão junto com outros homens e precisa sair de casa. Assim como os ouvintes da história, o pequeno Nikolas fica com a tia, mas ela é muito malvada e o expulsa da sua própria casa.

Imagem: Netflix
O determinado Nikolas queria encontrar o pai, mas acabou se deparando com uma terra mágica habitada por duendes – e retornará para casa com um presente incrível.

Um dos personagens mais incríveis de assistir é o ratinho Miika, ele é um fofo e vai conquistar seu coração.

É um filme doce, repleto de magias e significados. A gente se encanta com o Nikolas, com a fada e com os elfos. Vale a pena assistir esse lançamento da Netflix que está fazendo um baita sucesso.

Filme: Um menino chamado Natal
Direção: Gil Kenan
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 11.12.21 15
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10.12.21

Filme: O X do Natal

Imagem: Netflix
O que é o Natal para você? O que você faz nessa época? Muitos tiram o período natalino para comprar e trocar presentes, outros para reunir a família, há aqueles que preferem se acabar de comer. Mas qual o espírito natalino?

Essa animação foi a mais rápida que vi este ano, com apenas 42 minutos, mas nos proporciona uma lição que nos faz refletir exatamente sobre essas perguntas acima. É classificada como infantil, mas qualquer idade pode assistir e se divertir. E aprender!

O curta inicia com o Papai-Noel contando uma história para as crianças sobre o dia que um alienígena mudou o Natal. Ele é o X, um ganancioso que vive roubando tudo o que pode. Por ser pequeno e não ser levado a sério, ele decide ser voluntário na missão de roubar todos os presentes da Terra, para adquirir respeito dos colegas, e promete para a rainha Z que pegará o máximo de coisas que puder.

Imagem: Neftlix
Ele só não contava que chegaria ao planeta faltando poucos dias para o Natal, que encontraria uma família diferente e seria fisgado por algo que jamais imaginaria que existiria. O elfo encontra o alien e acredita se tratar de um brinquedo de Natal, então leva o X para casa e presenteia a sua filha.

É uma história curta, tinha potencial para ser mais elaborado, mas fiquei satisfeita com o que assisti. É possível agradar, entreter, ensinar e deixar a criançada de casa bem feliz.

Se tiver um tempinho, assista!

Filme: O X do Natal
Direção: Stephen Chiodo
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 10.12.21 14
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9.12.21

Filme: O bom velhinho voltou

Imagem: Netflix
“O bom velhinho voltou” é um filme britânico que estreou em 2021. A abertura do filme é bem diferente, nos créditos iniciais o elenco aparece e faz pose para a câmera com uma música deliciosa.

Depois de anos de separação familiar, quatro irmãs se reúnem para o Natal numa mansão de Yorkshire, Inglaterra. De repente, o pai delas, que estava sumido há anos, resolve também aparecer.

As quatro irmãs seguem características comportamentais que a definem, o que torna as suas ações previsíveis e às vezes o telespectador pode não engolir. Uma das irmãs é a perfeitinha, que não aceita nada fora do esquadro, deseja estar no controle da situação – essa foi a irmã que mais achei artificial, a atuação parece bem forçada em alguns momentos. Ainda tem a irmã mais velha que mente sobre a sua idade e que nada está bom o suficiente, é debochada, metida e, resumindo, insuportável. A terceira fica obcecada para finalizar a tese sobre Beatles, mas que não tenho nada a reclamar, foi a que mais me simpatizei. Por último, a caçula, que é bem louca, beija na boca o namorado da outra e sequer se preocupa com a opinião alheia.

A personalidade das quatro são diferentes, cumulada com a da mãe, do pai, da madrasta, do padrasto e por aí vai. Elas precisam se unir para tentar fazer um Natal pacífico, afinal, algo ruim está prestes a acontecer: o pai, que abandonou a mãe e as filhas, depois de décadas sumido, aparecerá com uma namorada novinha e MUITO enjoada. Parece que tudo estará sob controle, né? Errado. Não parece e realmente não vai.

Achei os personagens coerentes e os atores encaixaram bem no papel. Como eu disse antes, a atriz Talulah Riley não me convenceu do início ao fim, achei algumas cenas forçadas. No entanto, o papel pede um pouco de exagero, então talvez nem deva ser considerado algo ruim. Pode ser que seja falta de percepção minha nesse aspecto, afinal, não sou crítica de cinema. O fato é que não me desceu em alguns momentos.

O filme tem o seu lado dramático também. James (interpretado por Kelsey Grammer) é um personagem forte, a atuação do ator é impecável, como não poderia deixar de ser. A gente julga o comportamento errado dele, mas no filme existe uma explicação – claro, não anula o erro, mas faz a gente repensar o julgamento.

É um filme que promete boas risadas e um drama à sua medida. Não dá pra esperar muita coisa, mas não é uma decepção. É um filme que entretém.

Filme: O bom velhinho voltou
Direção: Mick Davis e Philippe Martinez
Onde assistir: Netflix
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Postagem Naty Araújo on 9.12.21 14
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9.12.21

Livro: Heartstopper


Heartstopper é das coisas mais fofas que li esse ano. Nessa HQ vamos conhecer o Nick e Charlie, dois garotos que estudam na mesma escola e que, por acaso, começam a se aproximar e se apaixonar. Charlie é abertamente gay, sua família sabe e o apoia, e mesmo que ele tenha passado por dificuldades na escola quando se assumiu, e ainda passe por eventuais situações, ainda sim ele é feliz com sua escolha de ter se assumido. Ele é sensível, ama livros e não é tão sociável assim. Já Nick é um pouco diferente. Ele ama esportes, tem vários amigos e até onde sabe, é hétero. Quando ele e Charlie começam a se conhecer ele percebe que talvez tenha que descobrir coisas novas sobre si mesmo.

Esse é uma HQ sobre amor, descoberta. A inocência de estar gostando de alguém, o medo do julgamento, a vontade de se conhecer e se aceitar. Mesmo que os meninos estejam na fase da adolescência, a gente acaba se vendo neles mesmo assim, afinal, em qualquer idade só queremos ser aceitos pelo que somos e felizes com isso.



É uma leitura muito rápida, li os dois no mesmo dia e me apaixonei. Chorei quando eles se entenderam, quando se descobriram, as jornadas individuais que cada um passa. A forma como a família os apoia, como os amigos também, e como eles mesmos estão dispostos a aceitar o amor como algo natural, o que de fato é. Acho esse tipo de história muito importante e representativa. Só de imaginar quantos jovens podem crescer vendo isso, e acreditando que tudo bem gostarem do que gostam, é precioso demais.

Essa edição está linda, e não quero falar detalhes da história mais do que já falei, porque é incrível acompanhar os quadrinhos, as referências e os amigos que se tornam namorados. É para deixar o coração quentinho.

Outras fotos:



Título: Heartstopper Volume 1 e 2. (exemplar cedido pela editora)
Autora: Alice Oseman
Editora: Seguinte
Páginas: 288/320
Ano: 2021
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Postagem Je Vasques on 9.12.21 7
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