“É mais fácil pensar assim, culpar os outros do que assumir os próprios erros e mudar.”
“Pra ser feliz num lugarPra sorrir e cantarTanta coisa a gente inventa,Mas no dia que a poesia se arrebentaÉ que as pedras vão cantar.”- Dominguinhos e Fausto Nilo,“Pedras que cantam”
"... o horror que os atinge, atinge a todos. Que o tempo de matar e de morrer se alinha ao tempo de deixar a si mesmo. Toda esperança, toda palavra escrita, tudo o que já foi proferido... o que importa é manter-se no fluxo contínuo da vida até que ela se extinga. Até que todos nós venhamos a morrer."
"O caos é silencioso. Move-se insuspeito. Penetra pelas brechas ordinárias que ignoramos. Instala-se, e, assim como um organismo vivo, seu instinto é expandir-se, sulcando camada após camada até enraizar-se. Quando nos damos conta, ele é quem já dita as ordens e os próximos movimentos. Nem mortos, nem impotentes; estamos dominados."
"São esses homens de sangue e de guerra, que adentram as profundezas das trevas sobre a terra, que matam para fazer viver, que vivem para morrer todos os dias, como os santos beatificados em espírito, como os santos mortificados em carne."
“É comum sentirmos que carecemos de algo, e aquilo que nos falta, em geral, um outro parece sempre possuir; e a essa imagem do outro acrescentamos, ainda, tudo o que nós possuímos, bem como certa condição idealizada de bem-estar.”
“Cerca de dez anos depois da guerra deve ser engraçado ler sobre como nós, judeus, vivemos, comemos e conversamos aqui. Ainda que eu lhe conte muito sobre nós, você sabe bem pouco sobre nossa vida.”
“Eu só pensava que íamos ficar escondidas e estava pondo as coisas mais absurdas na pasta, mas não me arrependo, eu me importo mais com lembranças do que com vestidos.”
“Eu vivo... eu morro... então eu vivo de novo.”
“Por sorte, é da natureza humana que a esperança sempre ressurja para que se saiba que nunca morreu de verdade.”
“E se para algumas pessoas aceitar um “não” é difícil, imagine o quão agoniante é para aqueles que acreditam piamente estar sempre certos.”
“Não devo ter medo. O medo mata a mente. O medo é a pequena morte que traz a obliteração total. Devo encarar meu medo.”
Vocês conhecem as irmãs Brontë? Já leram algum livro de alguma delas? Imagino que os mais conhecidos pelos leitores sejam “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Brontë, e “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë. Ambos são clássicos atemporais. Já leram algum desses?
“No outono de 1812, um navio encalhou na costa de Devonshire. Ninguém morreu naquela quase catástrofe, mas grande parte dos bens jamais foi recuperada. Entre os itens caídos no mar, havia um baú que continha pertences de uma mulher de vinte e nove anos, nascida na Cornualha, Maria Branwell.”
“A descoberta de um novo manuscrito da juvenilha de Charlotte Bronte dentro do exemplar de 'The Remains of Henry Kirke White' que pertenceu à Sra. Bronte é muito especial. Embora seja curto, está cheio de galhofa, obscenidade e violência, tudo acontecendo em Haworth, onde vive a família Bronte. Escrito em 1833, está no início de um período criativo florescente da jovem carreira literária de Charlotte.”
Autor: Vários autores
Editora: Faro Editorial
Páginas: 173
Ano: 2019
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“O Arlequim para mim tem significado maior. Uma alegria disfarçada de maldade, ou uma maldade disfarçada de alegria...”
A série norte-americana de comédia “The Bold Type” teve sua primeira temporada estreada em 11 de julho de 2017.
País de Origem: EUA
Distribuição: NBC
Temporadas: 4
Sessão da TARDIS. O título faz referência à “TARDIS”, cabine telefônica e nave do Doutor na série Doctor Who. Nada mais justo do que uma junção de uma série clássica e aclamadíssima para nossas tardes aqui indicando séries que gostamos, não é mesmo?!
Sessão da TARDIS. O título faz referência à “TARDIS”, cabine telefônica e nave do Doutor na série Doctor Who. Nada mais justo do que uma junção de uma série clássica e aclamadíssima para nossas tardes aqui indicando séries que gostamos, não é mesmo?!
Ambientado no nosso conterrâneo Rio de Janeiro, “Alma Mecânica” é uma obra nacional com elementos steampunk, contada em primeira pessoa pelas palavras da personagem Ava Delfin, - um autômato. Ava não é o único autômato de seu tempo, mas somente ela é capaz de sentir. Esse fato fez de seu criador, o mecânico Joca Delfin, um revolucionário, mas as consequências desse feito refletem em sua família por gerações, uma vez que viraram alvos de perseguições - inclusive pela Igreja.
“A história de um homem que havia criado um monstro de metal, capaz de sentir e desafiar o homem.”
“- Você é única. Ninguém conseguiu fazer o que Delfin fez. Muitos tentaram. Você é a fantasia trazida para a realidade. Você é o monstro de Frankeinstein feito de metal.”
“Os humanos têm a tendência de se entregar ao desespero com muita facilidade. Deve ser por causa da fragilidade da vida.”
Autora: Caroline Defanti
Editora: Flyve
Páginas: 334
Ano: 2020
“A principal história era que a ilha era amaldiçoada. Outra, bem popular, era que tinha pólvora de navio pirata por toda a ilha. Havia uma que dizia que os diretores do presídio mandaram colocar minas terrestres dentro da floresta.”
“Se um ser humano faz tanto mal, imagina um monte deles?”
































